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domingo, 16 de outubro de 2011

Programa de Pós-Graduação em Antropologia / UFPB - Edital de Seleção 2012

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO- CAMPUS IV
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES – CAMPUS I
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA
CURSO DE MESTRADO
EDITAL DE SELEÇÃO 2012
A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPB, no uso de suas atribuições, torna pública a abertura de inscrições para o processo seletivo com vistas à admissão ao Curso de Mestrado em Antropologia.
1. DO OBJETIVO DO CURSO
O PPGA estabelece como objetivo a qualificação de pesquisadores para atuarem na promoção e transmissão do conhecimento antropológico em todos os âmbitos em que este conhecimento se fizer necessário, por meio de:
I - produção de pesquisas;
II - qualificação profissional em consultoria e assessoria;
III - qualificação para a docência acadêmica.
2. DO PÚBLICO-ALVO
2.1. Poderão candidatar-se a este processo de seleção:
a) Os portadores de diploma ou comprovante de conclusão de curso de nível superior, credenciado pelo MEC.
b) Fica assegurada a inscrição aos candidatos que estiverem concluindo seu curso de graduação, os quais deverão apresentar a titulação exigida por ocasião da primeira matrícula no PPGA.
c) Portadores de diplomas estrangeiros de graduação poderão se inscrever, desde que os mesmos estejam revalidados em prazo não superior a dez meses, a contar da data da primeira matrícula em disciplinas, sob pena de desligamento do aluno antes do próximo período letivo subseqüente a este prazo.
3. DAS LINHAS DE PESQUISA E NÚMERO DE VAGAS
3.1 O PPGA apresenta quatro linhas de pesquisa (anexo VI), que constituem os eixos de suas atividades acadêmico-científicas:
I – Imagem, Arte e Performance;
II – Corpo, Saúde, Gênero e Geração;
III – Território, Identidade e Meio-Ambiente;
IV – Políticas Sociais e do Cotidiano: Campo e Cidade.
3.2 Serão oferecidas até 20 vagas, a serem distribuídas proporcionalmente entre linhas de pesquisa, docentes e discentes, ficando a cargo do Colegiado do Programa a supervisão das vagas oferecidas e dos(as) respectivos orientadores (as).
4. DA INSCRIÇÃO
4.1. As inscrições ocorrerão entre os dias 21 outubro a 04 de novembro de 2011 e poderão ser efetuadas pessoalmente ou por procuração na Secretaria do Curso de Pós-Graduação em Antropologia do Campus I, CCHLA – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes,
Conjunto Humanístico, Bloco IV, Cidade Universitária, CEP 58052-900, João Pessoa – PB, Fone: 3216-7732, de segunda a sexta-feira, no horário das 13:00 às 17:00.
4.2. As inscrições poderão ser efetuadas também por correio (via sedex), a última data para postagem de todos os documentos, devidamente autenticados, corresponderá ao último dia de inscrição previsto neste edital, enviar para:
Programa de Pós-Graduação em Antropologia
Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (Campus I) - CCHLA – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Conjunto Humanístico, Bloco IV, Cidade Universitária, João Pessoa – PB. CEP 58052-900.
4.3. Documentos necessários para inscrição:
a) Diploma ou comprovante de conclusão de curso superior reconhecido pelo MEC (fotocópia autenticada), respeitando-se o disposto no item 2.1 deste edital (alunos concluintes devem apresentar declaração, emitida pela coordenação do curso, com previsão do término da graduação);
b) Histórico escolar de curso de graduação;
c) Cópia impressa do currículo Lattes (CNPq), acompanhado dos respectivos documentos comprobatórios, numerados e encadernados na ordem em que são listados (serão consideradas para avaliação as atividades realizadas nos últimos cinco (5) anos, em conformidade com os limites de pontuação definidos em cada item da Tabela para Avaliação do Currículo - ANEXO I);
d) Tabela para Avaliação do Currículo (ANEXO I) devidamente preenchida pelo candidato;
e) Plano de pesquisa em quatro vias impressas, o qual deve incluir os seguintes itens: i) título e indicação da linha de pesquisa; ii) introdução e justificativa; iii) objetivos; iv) revisão preliminar da literatura; v) metodologia; vi) cronograma; vii) referências bibliográficas (o projeto deve conter de 8 a 12 páginas em formato A4, fonte “Arial” ou “Times New Roman”, tamanho 12, espaçamento 1,5 entre linhas e margens de 2,5 cm);
f) Requerimento à Coordenação do PPGA, expondo os motivos da candidatura ao curso de Mestrado, mencionando o tempo disponível para os estudos bem como o conhecimento dos termos do Edital do Processo Seletivo e do Regulamento Interno do PPGA (ANEXO III);
g) Formulário de inscrição devidamente preenchido (ANEXO IV), acompanhado de duas fotos 3 x 4;
h) Fotocópia de documento oficial de identificação (RG ou equivalente);
i) Comprovante de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 30,00 (trinta reais). O pagamento de taxa de inscrição deverá ser efetuado mediante Guia de Recolhimento da União – GRU, que pode ser acessada através do site www.tesouro.fazenda.gov.br, utilizando os seguintes dados para o seu preenchimento: UG/Gestão:153067/15231, Código de Recolhimento: nº 28832-2; Número de Referência:00001304247; Competência: mês e ano do recolhimento; Vencimento: data do pagamento até o último dia das inscrições previsto no item 4.1.
4.4. É possível solicitar isenção da taxa de inscrição nos termos do decreto N◦. 6593 de 02 de outubro de 2008, através de formulário próprio disponível em anexo (ANEXO II).
4.5. O candidato deverá se inscrever para concorrer à vaga em uma única linha de pesquisa.
4.6. Não haverá qualquer ressarcimento de despesas efetuadas pelos candidatos, nem devolução de taxas pagas pelo candidato caso a inscrição não seja homologada pela Comissão de Seleção.
4.7. Não serão homologadas as inscrições que não atenderem integralmente às exigências deste Edital.
4.8. Ao efetuar a inscrição, o candidato estará automaticamente concordando com as normas contidas e apresentadas no presente Edital.
4.9. É de inteira responsabilidade do candidato as informações e a documentação por ele fornecidas para a inscrição, as quais não poderão ser alteradas ou complementadas, em nenhuma hipótese ou a qualquer título.
5. DO EXAME DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
5.1. Para fins de pontuação e classificação no processo seletivo, os candidatos podem apresentar no momento da inscrição o exame de proficiência em língua francesa ou inglesa, que tenha sido realizado na UFPB ou em outras IFES. Serão aceitos também para fins de proficiência os exames TOEFL, TOEIC e IELTS na língua inglesa e o DALF ou DELF na língua francesa, todos com validade de três anos.
5.2. A prova de proficiência terá efeito classificatório no processo seletivo, com peso 10,0 (dez). Em caso de não apresentação do exame de proficiência, o(a) candidato(a) deverá apresentá-lo em prazo fixado pelo Colegiado, não superior a doze meses contados de sua matrícula no curso. Os candidatos que não apresentarem o exame de proficiência no momento da inscrição receberão nota 0,0 (zero) neste item.
6. DO PROCESSO DE SELEÇÃO E SUAS FASES
6.1. O processo de seleção será realizado em três fases (os candidatos devem apresentar-se portando documento oficial de identificação com foto atualizada):
a) Primeira fase – Prova escrita de conhecimentos na área de concentração do PPGA (prova eliminatória, com peso 50)
A prova escrita consistirá em dissertações redigidas a partir de questões elaboradas pela Comissão de Seleção com base em temas pertinentes à bibliografia indicada no ANEXO V. A prova será realizada sem consulta e sem identificação nominal do candidato, com duração de 4 horas. Os candidatos que chegarem após o início da prova estarão automaticamente desclassificados.
Os seguintes critérios serão considerados: clareza e correção da linguagem empregada; domínio no uso dos conceitos; coerência no desenvolvimento das idéias e adequação da resposta ao tema proposto. Serão eliminados os candidatos que obtiverem nota inferior a 7,0 na prova escrita. Apenas os candidatos aprovados na primeira fase do processo seletivo participarão da fase seguinte.
b) Segunda fase - avaliação de currículo Lattes (classificatória, com peso 10);
A comissão avaliará a trajetória acadêmica do candidato a partir dos documentos comprovatórios das atividades desenvolvidas nos últimos 5 anos, consideradas a partir do Currículo Lattes.
Os itens para a pontuação nesta fase do processo seletivo estão descritos na Tabela para Avaliação do Currículo (mestrado) (ANEXO I).
c) Terceira fase – Avaliação e defesa do plano de pesquisa de autoria do candidato (eliminatória, com peso 30).
Esta fase implica na leitura prévia do plano de pesquisa pela Comissão e na defesa oral do projeto pelo candidato. A defesa oral do plano pelo candidato, perante três professores do PPGA, tem por objetivo avaliar a capacidade de exposição e de articulação adequada dos termos usados no plano de pesquisa, cada professor poderá, quando julgar necessário, argüir o candidato no sentido de esclarecer aspectos relacionados ao plano de pesquisa apresentado.
Serão considerados os seguintes critérios: clareza, originalidade, relevância, coerência teórico-metodológica e vinculação aos temas trabalhados pelas linhas de pesquisa do programa. Serão eliminados os projetos que obtiverem nota inferior a 7,0.
6.2. O resultado do processo seletivo considerará, para efeitos de classificação dos candidatos, a média ponderada da pontuação obtida nas três fases do processo de seleção, contabilizando-se, além disso, a apresentação do exame de proficiência para fins de pontuação e classificação.
6.3. Todas as fases do processo seletivo serão realizadas no Campus I – João Pessoa:
Programa de Pós-Graduação em Antropologia
Secretaria do Curso de Pós-Graduação em Antropologia - PPGA
CCHLA – Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Conjunto Humanístico, Bloco IV, Cidade Universitária, João Pessoa – PB. CEP 58052-900.
6.4. A divulgação dos resultados será feita na secretaria do PPGA/CCAE (Campus I – João Pessoa e na página eletrônica do PPGA: www.cchla.ufpb.br/ppga.
7. CALENDÁRIO PERÍODO ETAPA
21 de outubro a 4 de novembro de 2011
13:00 – 17:00
INSCRIÇÕES
Na secretaria do PPGA – João Pessoa/Campus I
14 de novembro de 2011
HOMOLOGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES
23 de novembro de 2011
Horário: 08:30 – 12:30
Realização da prova escrita
28 de novembro de 2011
Resultado da prova escrita (eliminatória)
29 de novembro de 2011
Análise do curriculum (classificatória)
30 de novembro e 01 de dezembro de 2011
Avaliação e Defesa do Plano de Pesquisa
02 de dezembro de 2011
Resultado da avaliação do plano de pesquisa (eliminatória)
05 de dezembro de 2011
DIVULGAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DOS RESULTADOS
05 a 09 de março 2012
Matrícula
8. DISPOSIÇÕES GERAIS
8.1. Fica assegurado pedido de recurso para os resultados de cada uma das etapas da seleção. O mesmo deve estar devidamente fundamentado e feito dentro do prazo máximo de 24 horas após a divulgação do resultado de cada etapa do processo seletivo, sendo de competência do Colegiado do Programa a análise do pedido, devendo o candidato procurar a Secretaria do Programa imediatamente após as 24 horas suprareferidas para tomar conhecimento da decisão proferida. Fica assegurada, sob condição, a participação do candidato na etapa seguinte da seleção quando o recurso ainda não tiver sido avaliado.
8.2. Em caso de empate, a classificação dos candidatos será decidida com base na maior pontuação obtida na prova escrita (em caso de novo empate, a classificação será decidida com base na maior pontuação na avaliação do plano de pesquisa).
8.3. Após sessenta (60) dias da divulgação do resultado final do processo de seleção e por um prazo de até noventa (90) dias, os candidatos poderão receber, na Secretaria do Programa, os documentos apresentados por ocasião da inscrição. Os exemplares do projeto de pesquisa não serão devolvidos. Decorrido o prazo supramencionado a documentação dos candidatos será destruída.
8.4. No ato de confirmação de matrícula, os candidatos classificados deverão apresentar os originais da documentação anteriormente entregue, incluindo o Diploma de Graduação ou certidão de Colação de Grau, sob pena de perda do direito à vaga.
8.5. A Comissão de Seleção poderá efetuar alteração no calendário do processo de seleção, divulgando novas datas para realização das atividades previstas, na Secretaria e através da internet.
8.6. Os casos omissos no presente Edital serão resolvidos pela Comissão de Seleção.
Comissão de Seleção
Profªs Drªs Luciana Chianca, Lara Santos de Amorim e Ruth Henrique da Silva
João Pessoa, 11 de outubro de 2011
COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA - UFPB
ANEXO I
TABELA PARA AVALIAÇÃO DO CURRÍCULO
Atenção: Serão considerados os últimos cinco anos de atividade, conforme o item do 4.3 deste Edital.
A – TITULAÇÃO (peso 01): Peso Formação Documentos comprobatórios devem indicar período, local, instituição. Número do documento anexo ao Currículo Lattes Uso da comissão
2,5
Graduação em Ciências Sociais ou Antropologia (10 ptos.)
2,5
Graduação em outras áreas (8 ptos.)
2,5
Especialização em Ciências Sociais, Antropologia e áreas afins (10 ptos.)
2,5
Especialização em outras áreas (8 ptos.)
Total de pontos (parcial)
B– EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (peso 01): Peso Atividade Documentos comprobatórios devem indicar período, local, função, envolvimento, etc. Número do documento anexo ao Currículo Lattes Uso da comissão
02
Professor/a de ensino médio
(2 pontos por ano, máximo de 5 anos)
04
Professor/a de ensino superior em ciências sociais, sociologia, antropologia e áreas afins
(2 pontos por ano, máximo de 5 anos)
04
Profissional em antropologia ou áreas afins (técnico em pesquisa,
consultor etc.) (2 pontos por ano, máximo de 5 anos)
Total de pontos (parcial)
/100
C– ATIVIDADES DE PESQUISA (peso 03): Peso Atividade Documentos comprobatórios devem Indicar local, projeto, período, orientação, envolvimento, etc. Número do documento Anexo ao Currículo Lattes Uso da comissão
02
Estágio voluntário em pesquisa, mínimo 120 horas (máximo de um estágio, valendo
05 pontos)
03
Projeto de Iniciação Científica (PIBIC, PIVIC ou similar) (05 pontos por semestre
letivo, máximo de 04 semestres computados)
02
Bolsa de aperfeiçoamento (PET ou similar) (05 pontos por semestre letivo,
máximo de 04 semestres)
03
Participação em projeto de pesquisa aprovado por agências de fomento
(05 pontos por semestre letivo, máximo de 04 semestres)
Total de pontos (parcial)
/100
D– PRODUÇÃO ACADÊMICA (peso 03): Peso Trabalho produzido Documentos comprobatórios devem indicar periódico/evento, local, título, autores, número de páginas, etc. Número do documento anexo ao Currículo Lattes Uso da comissão
0,2
Apresentação de trabalhos/resumos em congressos de estudantes
(2 pontos por apresentação, com o máximo de 5 apresentações)
0,3
Apresentação de trabalhos/resumos em congressos profissionais locais/regionais (2 pontos por apresentação, com o máximo de 5 apresentações)
0,5
Apresentação de trabalhos/resumos em congressos profissionais nacionais
(2 pontos por apresentação, com o máximo de 5 apresentações)
0,5
Apresentação de trabalhos/resumos em congressos internacionais
(5 pontos por apresentação, com o máximo de 2 apresentações)
1,0
Publicação de trabalhos completos em anais de congresso nacional
(5 pontos por publicação, com o máximo de 2 publicações)
1,5
Publicação de trabalhos completos em anais de congresso
Internacional.
(5 pontos por publicação, com o máximo de 2 publicações)
0,5
Publicação em periódico não classificado no Qualis
(2 pontos por publicação, com o máximo de 5 publicações)
1,5
Publicação de capítulos de livros na área
(5 pontos por publicação, com o máximo de 2 publicações)
2,0
Publicação de livros na área
(5 pontos por publicação, com o máximo de 2 publicações)
1,0
Publicação em periódico a partir do Qualis B5
(5 pontos por publicação, com o máximo de 2 publicações)
1,0
Outras atividades pertinentes (prêmios científicos etc)
(5 pontos por atividade, com o máximo de 2 atividades)
Total de pontos (parcial)
/100
E - ATIVIDADES ACADÊMICAS E DE EXTENSÃO (peso 02): Peso Trabalho produzido Documentos comprobatórios devem indicar evento, curso, duração, etc. Número do documento anexo ao Currículo Lattes Uso da comissão
0,2
Participação em congressos e simpósios sem apresentação de
trabalho
(2 pontos por participação, com o máximo de 5 participações)
0,3
Minicurso (mínimo 12h), como aluno
(2 pontos por participação, com o máximo de 5 minicursos)
0,5
Participação em cursos com média duração (min. 40h)
(2 pontos por participação, com o máximo de 5 cursos)
1,0
Monitoria em eventos científicos e de extensão locais.
(2 pontos por monitoria, com o máximo de 5 participações)
1,0
Participação em atividades de campo (expedições científicas etc.)
(5 pontos por participação, com o máximo de 2 participações)
2,0
Participação em Bancas Examinadoras de conclusão de curso
(10 pontos por participação, com o máximo de 1 participação)
1,5
Comissão organizadora eventos científicos/extensão (Seminários,
congressos,etc.) (2 pontos por participação, com o máximo de
5 participações)
1,0
Participação em projeto registrado de extensão
(5 pontos por participação, com o máximo de 2 participações)
2,0
Monitoria de disciplina
(5 pontos por monitoria, com o máximo de 2 monitorias)
0,5
Outros (2 pontos por participação, com o máximo
de 5 participações)
Total de pontos (parcial)
/100
Pontual Geral
A
TITULAÇÃO
.........
B
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
C
ATIVIDADES DE PESQUISA
D
PRODUÇÃO ACADÊMICA
E
ATIVIDADES ACADÊMICAS E DE EXTENSÃO
TOTAL GERAL
ANEXO II
FORMULÁRIO PARA PEDIDO DE ISENÇÃO DE
TAXA DE INSCRIÇÃO PARA O PROCESSO SELETIVO 2012
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES - UFPB
CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO – UFPB
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA– PPGA
Nome do (a) Candidato (a):_______________________________________________________
Identidade: _________________________________ CPF: _________________________
Endereço atual: (rua/av.) ___________________________________________ nº ___________
Bairro: __________________ Cidade: ____________________ UF: _____ CEP: ___________
Fone para recado: ( ___ ) ____________________ E-mail:______________________________
Identifique-se numa das situações abaixo:
1 – Situação do (a) candidato (a):
( ) Solteiro(a), com ou sem renda própria, residindo com os pais;
( ) Solteiro(a), com renda própria, residindo sozinho(a);
( ) Casado(a) ou com companheiro(a) com filhos;
( ) Casado(a) ou com companheiro(a) sem filhos;
( ) Separado(a), residindo com os filhos;
( ) Separado(a) residindo sozinho(a);
( ) Outra. Especifique:___________________________________________________________
2 – Condições de moradia da família e/ou do(a) candidato(a):
( ) Casa ou apartamento próprio;
( ) Casa ou apartamento em aquisição;
( ) Casa ou apartamento alugado
( ) Casa ou apartamento cedido. Por quem?__________________________________________
( ) Divide aluguel com colegas. Valor pago:__________________________________________
( ) Pensionato. Mensalidade: _____________________________________________________
( ) Outra. Especifique: ___________________________________________________________
PARECER (uso exclusivo da Coordenação do PPGA)
( ) Deferido
( ) Indeferido
Motivo: _____________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
Data: ___/___/___
..........................................................................
Assinatura do parecerista
ATENÇÃO  Antes de preencher o Quadro abaixo, leia as instruções:
1. Candidato(a) com renda própria que reside sozinho  preencher o quadro somente com os seus dados;
2. Candidato(a) com ou sem renda própria que reside com os pais  preencher o quadro com os seus dados, dos pais e das pessoas que residem com os mesmos;
3. Candidato(a) sem renda própria que não reside com os pais, mas depende financeiramente dos mesmos  preencher o quadro com os seus dados, dos pais e das pessoas que residem com os mesmos;
4. Candidato(a) casado(a) ou com companheiro(a)  preencher o quadro com os seus dados, do esposo(a) ou companheiro(a) e das pessoas que residem com os mesmos ou ajudam financeiramente.
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES - UFPB
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA
Nome*
Parentesco
Idade
Escolaridade
Estado Civil
Ocupação Profissional
Local onde trabalha
Salário
Outros Rendimentos
* Somente o primeiro nome
DECLARO, que as informações prestadas neste documento são verdadeiras. Outrossim, informo que estou ciente de que, se comprovada a inveracidade das informações prestadas e documentos apresentados, fico sujeito às penalidades cabíveis em lei.
___/___/___ Assinatura do(a) Candidato(a):__________________________________________
Nome: _____________________________________________________
Documentação
ATENÇÃO: Esta folha deve ser entregue juntamente com a documentação.
1. Se assalariado:
(a) declaração do Imposto de Renda e recibo de entrega no banco;
(b) informe de rendimento e retenção na fonte – IRPF
(c) contracheque ou Declaração do empregador.
2. Se comerciante:
(a) declaração do Pro Labore;
(b) declaração de Imposto de Renda – Pessoa Jurídica e Registro da Firma.
3. Se aposentado:
(a) comprovante mensal de Aposentadoria, Pensão ou outro benefício.
4. Se proprietário ou trabalhador rural:
(a) cadastro de imóvel rural atualizado (cadastro do INCRA – Ministério da Agricultura);
(b) declaração fornecida pelo trabalhador ou proprietário rural onde conste:
- utilização da terra; produção (o que produz); quantidade (o que produz);
- renda dos últimos 12 meses e referentes a quê; descrição dos bens.
5. Se trabalhador autônomo:
(a) declaração de próprio punho onde conste os rendimentos mensais médios, a descrição das atividades e dos bens;
(b) registro de autônomo no INSS (cartão de identificação e último recolhimento de contribuição).
6. Outros documentos:
(a) carteira profissional (folhas de identificação, contrato de trabalho e alteração salarial). Em caso de desemprego, apresentar também comprovante de seguro desemprego;
(b) em caso de estagiário ou bolsista, deverá apresentar o termo de compromisso e o recibo atualizado do pagamento;
(c) comprovante de outros rendimentos (aluguéis, transações financeiras, etc.)
(d) documento comprobatório de pensão alimentícia;
(e) trabalhador remunerado através de comissões, comprová-las com declaração do local, constando a média mensal recebida;
(f) contas de luz, água, Imposto Predial;
(g) recibo de aluguel e/ou recibo de prestação de moradia em aquisição;
OBSERVAÇÃO: O(a) candidato(a) deve apresentar cópia dos documentos solicitados, pois
Recebido em: ___/___/___
Nome do recebedor
ANEXO III
MODELO DE REQUERIMENTO
ILUSTRÍSSIMA COORDENADORA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA – UFPB,
eu, _______________________________________________, R.G. n _____________ ,
_________________________em____________________________________________
(licenciado/bacharel) (curso)
pela____________________________________________________________________,
(universidade onde cursou graduação)
venho mui respeitosamente, requerer a Vossa Senhoria minha inscrição no processo seletivo do Programa de Pós-Graduação em Antropologia, pelos seguintes motivos:
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________;
importante notar que tenho o seguinte tempo disponível (por semana) para os estudos:
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________;
DECLARO QUE TIVE ACESSO AO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO E QUE ESTOU CIENTE DE TODOS OS SEUS TERMOS E ANEXOS.
Área de Concentração: Antropologia Social
Linha de Pesquisa: ______________________________________________________.
João Pessoa, _____ de ______________ de 20___.
_________________________________
Assinatura
Endereço:
Rua ________________________________________________ nº __________
Bairro _____________________________________ Telefone ______________.
Cidade _____________________________________Estado ________________
CEP______________-_______ E-mail _________________________________
ANEXO IV
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES – CAMPUS I
CENTRO DE CIÊNCIAS APLICADAS E EDUCAÇÃO – CAMPUS IV
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANTROPOLOGIA
Observação:
O formulário deve ser preenchido na íntegra, independentemente das informações do currículo Lattes.
1. DADOS PESSOAIS
NOME:
FILIAÇÃO:
DATA DE NASCIMENTO
LOCAL
NACIONALIDADE
PASSAPORTE:
RG/ RNE ÓRGÃO DATA DE EXPEDIÇÃO
C.P.F.
TITULO DE ELEITOR Nº
ZONA: UF:
DATA DE EXPEDIÇÃO
SERVIÇO MILITAR

ORGÃO: DATA DE EXPEDIÇÃO:
2. ENDEREÇO
RUA, AV., etc.
COMPLEMENTO
BAIRRO
CIDADE
ESTADO
CEP
CAIXA POSTAL
DDD/ TELEFONE
FAX
E-MAIL
( )
3. ESCOLARIDADE
GRADUAÇÃO EM
INSTITUIÇÃO
DATA DE CONCLUSÃO
4. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (dizer se atual ou passada, especificando datas)
ATIVIDADE
INSTITUIÇÃO (informar disciplinas lecionadas, se professor)
PERÍODO
ATIVIDADE
INSTITUIÇÃO (informar disciplinas lecionadas, se professor)
PERÍODO
5. LINHA DE PESQUISA A QUAL PRETENDE SE CANDIDATAR
LINHA DE PESQUISA
6. OPÇÃO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA (INGLÊS OU FRANCÊS)
OPÇÃO DE LÍNGUA
LOCAL E DATA
ASSINATURA
, / /
ANEXO V
INDICAÇÃO BIBLIOGRÁFICA
BARTH, Fredrik. Etnicidade e o Conceito de Cultura. In: Antropolítica. Nº 19. 2º semestre 2005.
BIANCO, Bela Feldman-& LEITE, Miriam L. Moreira (orgs.) Fotografia, iconografia e vídeo nas ciências sociais. Campinas, SP: Papirus, 1998.(Introdução, Parte I, Parte IV e V).
DOUGLAS, Mary. Pureza e Perigo. São Paulo:Editora Perspectiva, 1976. (Introdução e capítulos 1, 2, 3, 4 e 6)
EVANS-PRITCHARD, E. E. Os Nuer Perspectiva: São Paulo, 1993.
GRÜNEWALD, Rodrigo de Azeredo. Os índios do descobrimento: tradição e turismo. (Introdução e Capítulo 1 - Globalização e o índio turístico). Rio de Janeiro: Contra Capa, 2001.p 9-60.
HANNERZ, Ulf. 1997. “Fluxos, fronteiras, híbridos: palavras-chave da antropologia transnacional”. Mana 3(1): 7-39.
MAGNANI, Jose Guilherme; TORRES, Lílian de Lucca.” Quando o campo é a cidade: fazendo antropologia na metrópole. In: Na metrópole. São Paulo: EDUSP / FAPESP, 1996.
MALINOWSKI, Bronislaw. Os argonautas do Pacifico Ocidental São Paulo: Victor Civita, 1984.
TURNER, Victor. O Processo Ritua. Petrópolis:Vozes, 1974. (Introdução, Cap. I, III e IV)
ANEXO VI
LINHAS DE PESQUISA DO PPGA – UFPB
Linhas de Pesquisa:
I – Imagem, Arte e Performance
Esta linha busca produzir reflexões acadêmicas sobre o uso da imagem na pesquisa antropológica – do filme etnográfico a fotografias, hipermídias, cinema, exposições, etc. – e articulá-las a questões ligadas a manifestações artísticas e performáticas. Também dará suporte aos estudos de memória e de registro visual com foco no patrimônio cultural e imaterial.
II – Corpo, Saúde, Gênero e Geração
Nesta linha de pesquisa, destacam-se temas voltados para corporalidades, sexualidades, sofrimentos, diferenças de gênero e juventude, temas clássicos da antropologia, que merecem uma atualização e ampliação de pesquisas no Brasil e no Nordeste.
III – Território, Identidade e Meio-Ambiente
Busca elaborar pesquisas que dêem conta da diversidade dos grupos étnicos e populações ditas tradicionais, entre eles, índios, quilombolas, ciganos, pescadores e camponeses. Ao mesmo tempo, pretende dar conta das relações que essas populações estabelecem com os processos políticos, territoriais e religiosos contemporâneos e suas novas construções identitárias. A ênfase no território e no meio ambiente são inéditas nos programas de antropologia existentes na região nordeste e, certamente, irá contemplar uma demanda por capacitação nessas temáticas.
IV – Políticas Sociais e do Cotidiano: Campo e Cidade
Prioriza novos contornos que a relação campo e cidade tem ganhado na sociedade contemporânea, ampliando o debate para a construção de novas sociabilidades, políticas sociais e relações cotidianas que ultrapassam categorias e conceptualizações tradicionais e/ou modernas. Nesse sentido, torna-se necessária a produção de etnografias e modelos teóricos que problematizem as concepções a respeito de territórios étnicos, rurais e urbanos em contextos nos quais há uma superposição de processos políticos e culturais. A reflexão sobre políticas sociais e do cotidiano singulariza o PPGA/UFPB e dialoga especialmente com as demandas por antropólogos externas à academia, que precisam de maior aprofundamento e reflexão.

sábado, 17 de setembro de 2011

Fotos do I Encontro Internacional sobre Vida Cotidiana, Conflito e Estrutura Social

O I Encontro Internacional sobre Vida Cotidiana, Conflito e Estrutura Social, promovido pelo GREM - Grupo de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções da Universidade Federal da Paraíba e CIES - Centro de Investigaciones y Estudios Sociológicos de Córdoba, Argentina, acontecido no Campus de UFPB, em João Pessoa, Paraíba, Brasil, entre os dias 12 e 13 de setembro de 2011, foi um sucesso, com a presença de profissionais brasileiros, argentinos, peruanos, uruguaios e guatemaltecos.

Como resultados do I Encontro, entre outros:
  1. Participação de estudantes de graduação e pós-graduação brasileiros e argentinos;
  2. Intenso debate acadêmico sobre linhas de pesquisas em desenvolvimento entre os participantes; 
  3. A organização de uma coletânea com os autores presentes ao encontro; 
  4. A sua continuidade: o II Encontro se realizará em Buenos Aires (Argentina), entre 6 e 8 de agosto de 2012;
  5. Processos de convênios e trocas acadêmicas entre as universidades dos países presentes.
Abaixo algumas fotos do encontro:

Mesa de Abertura: Adrián Scribano (CIES, Argentina) e Mauro Koury (GREM/UFPB, Brasil)




Mesa Redonda: Sociabilidade, Subjetividadade, Temporalidade e Processos Sociais
Esquerda para Direita: Maria Eugenia Boito (Argentina); Sebastian Goinheix (Uruguai); Liuba Cogan Kogan (Peru); Anderson Moebus Retondar (GREM/UFPB, Brasil); Maria Belén Spoz Dalmaso (Argentina); Pedro Robertt Nitz (UFPel, Brasil).




Mesa Redonda: Movimentos Sociais, Conflito e Estrutura Social
Esquerda para a direita:  Alfredo Falero (Uruguai); Flabian Nievas (Argentina); Rogério Medeiros (UFPB, Brasil); Manuel Rivera (Guatemala).




Mesa Redonda: Inovações Metodológicas
Esqerda para a direita: Angelica de Sena (Argentina); Gabriela Gomez Rojas (Argentina); Simone Brito (GREM/UFPB, Brasil); Néstor Cohén (Argentina).


sábado, 27 de agosto de 2011

I Encontro Internacional sobre Vida Cotidiana, Conflito e Estrutura Social


Grupo de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções
DCS/CCHLA/UFPB

Centro de Investigaciones y Estudios Sociológicos
CONICET
















*

O GREM – Grupo de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções /DCS/CCHLA/UFPB – Brasil e o CIES – Centro de Investigaciones y Estudios Sociológicos, CONICET, Argentina, promovem o:

I Encontro Internacional sobre Vida Cotidiana, Conflito e Estrutura Social
João Pessoa, PB, 12 e 13 de setembro de 2011

Comissão Organizadora GREM / CIES
Prof. Dr. Mauro Koury (GREM/UFPB, Brasil)
Prof. Dr. Rogério Medeiros (UFPB, Brasil)
Prof. Dr. Adrián Scribano (CIES, Argentina)
*
Apoio:
CCHLA/UFPB –
Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
Universidade Federal da Paraíba, Brasil

***

DIA 12/09/2011
08h – 09h30: Abertura
Local: Auditório 412 CCHLA
Coordenador: Prof. Dr. Mauro Guilherme Pinheiro Koury  (GREM /UFPB, Brasil)
Representante do CCHLA: Prof. Dr. Ariosvaldo da Silva Diniz (UFPB, Brasil)
Conferencista: Prof. Dr. Adrián Scribano (CIES, Argentina): “As Ciências Sociais na América Latina”

* Intervalo

10h – 12h: Mesa Redonda
Movimientos Sociais, Conflito e Estrutura Social 
Local:Auditório 412 CCHLA
Coordenador: Prof. Dr. Rogério de Souza Medeiros (UFPB, Brasil)
Expositores:
Prof. Dr. Alfredo Falero (Universidad de la República, Uruguai): “Movimientos Sociales en América Latina y los procesos de transformación en el Sur Global    
Prof. Dr. Remo Mutzenberg - (UFPE, Brasil): “Pluralismo identitário, movimentos sociais e redes articulatórias de ações coletivas.”
Prof. Dr. Flabian Nievas (UBA, Argentina): “Conflicto y violencia en América Latina, hoy”
* Intervalo

15h – 17h: Mesa Redonda
Sociabilidade, Subjetividade e Processos Sociais
Local:Auditório 412 CCHLA
Coordenador: Prof. Dr. Anderson Moebus Retondar (GREM/UFPB - Brasil)
Expositores:
Profa. Dra. María Eugenia Boito (CEA, CONICET/ UNC / UNVM, Argentina): “Experiencias de ciudad en contextos de creciente mercantilización y de mediatización cultural.”
Prof. Dr. Manuel Rivera (Universidad de Guatemala): “Los procesos de paz  y la sociabilidad em Guatemala”
Prof. Dr. Sebastian Goinheix (Universidad de la República, Uruguay): “Políticas sociales y subjetividades en Uruguay
Prof. Dr. Pedro Robert (UFPel, Brasil): “O trabalho e as relações sociais de produção”
Prof. Dr. Gerardo Romo (Univ. del México, México): “Cuerpo y lucha libre em México”

* Intervalo

18h30 – 21h: Reunião Interna: CIES/GREM 
Local: Sala de Reuniões do CCHLA
***

DIA 13/09/2011
08h – 09h30: Mesa Redonda
Emoções, Vida Cotidiana e Temporalidade
Local: Auditório 412 CCHLA
Coordenador: Profa. Dra. Marcela Zamboni (GREM/UFPB, Brasil)
Expositores:
Prof. Dr. Rogelio Luna Zamora (Universidad de Guadalajara, México): “La construcción social del miedo”
Profa. Dra. Maria Belen Spoz Dalmaso (CIES, Argentina): “Juventud y segregación urbana”
Profa. Dra. Liuba Cogan Kogan  (Universidad del Pacífico, Perú): “Cuerpos e identidades en las Ciencias Sociales.”
Profa. Dra. Ana María Perez (Universidad Nacional del Nordeste, Argentina): “Practicas de participación y formación de sujetos: nuevas formas de sociabilidad y nuevas subjetividades.”

* Intervalo

10h – 12h: Mesa Redonda
Inovações Metodológicas
Local:Auditório 412 CCHLA
Coordenador: Profa. Dra. Simone Brito (GREM/UFPB, Brasil)
Expositores:
Prof. Dr. Nestor Cohen (UBA, Argentina): “Desafíos metodológicos en América Latina, Hoy”
Prof. Dr. Angélica De Sena (Universidad de Buenos Aires, Argentina): “Construcción y validación de indicadores de la economía social.”
Profa. Dra. Gabriela Gomez Rojas (UBA, Argentina): “Estructura social, mujeres y instrumentos metodológicos para su abordage”
Prof. Dr. Eladio Zacarias Ortez (Universidad de El Salvador, El Salvador): “La enseñanza de la metodología en Centro América”

* Intervalo

15h – 17h30: Reunião Interna do CIES/GREM 
Local: Sala de Reuniões do CCHLA
18h: Encerramento

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fotografia Contemporânea – Linguagem e pensamento

Fotografia Contemporânea – Linguagem e pensamento no CCBNB

Fortaleza / CE, 15 a 20 de agosto de 2011



Participantes: Bertrand Lira, Cássio Vasconcelos, Cristiana Parente , Eder Chiodetto, Flavya Mutran, Isabel Amado , Marcelo Brodsky, Mariano Klautau , Mauro Koury, Miguel Chikaoka, Patrícia Veloso , Ricardo Peixoto, Rubens Fernandes, Silas de Paula, Tiago Santana 

Com o Seminário de Fotografia Contemporânea, Linguagem e Pensamento, o Centro Cultural do Banco do Nordeste, em parceria com o Fórum da Fotografia-Ceará, proporcionam um espaço de reflexão e debate aglutinador de olhares diferenciados com a presença de importantes pesquisadores, acadêmicos, curadores e fotógrafos para promover um amplo debate crítico, com a finalidade de expandir a discussão sobre a linguagem e o pensamento fotográfico.
A proposta é de apresentar um painel de debates sobre os estudos, reflexões e experiências estéticas desenvolvidos pelos convidados, assegurando uma visão ampla sobre as questões pertinentes da linguagem fotográfica, com abertura para um campo de possibilidades relacionadas às escrituras e às leituras da imagem e proporcionar uma reflexão sobre a presença da imagem fotográfica na cultura contemporânea.

15 a 20 de agosto de 2011

Centro Cultural Banco do Nordeste
Rua Floriano Peixoto 941, Centro, Fortaleza - CE
85-3464-3108 ou jacquerlm@bnb.gov.br
www.ccbnb.art.br

Programação

16/08
18h - Palestra de abertura da exposição com Marcelo Brodsky, Cássio Vasconcelos e Tiago Santana
Local: CCBNB-Fortaleza

17/08
16-18h - Palestras:
Bertrand Lira(PB): O retrato como fonte para um inventário de fotógrafos.
Patrícia Veloso(CE): Chico Albuquerque e a fotografia Moderna no Brasil.
Miguel Chikaoka(PA): Fototaxia - em busca do elo perdido

18h30 - Visita guiada por Marcelo Brodsky (Argentina) / Cássio Vasconcelos (SP)/ Tiago Santana (CE) às exposições do CCBNB

19-21h - Debate: galeristas Eduardo Brandão (SP) e Max Perligueiro (RJ)
Local: CCBNB-Fortaleza

18/08
16-18h - Palestras:
Mariano Klautau (PA), ), Belém - Outros circuitos fotográficos. Outro posto de observação
Ricardo Peixoto (PB), Panorama da fotografia brasileira produzida na parahyba
Silas de Paula (CE), Fotografia Contemporânea (O retrato no Ceará)

19-21h – palestra com Rubens Fernandes (SP) e lançamento Livro da coleção Photo Poche -Tiago Santana.
Local: CCBNB-Fortaleza

19/08
16-18h30 - Palestras:
Flavya Mutran (PA), EGOSHOT: território do rosto ágrafo.
Mauro Koury (PB), Imagem Fotográfica na Academia Brasileira Atual.
Cristiana Parente (CE), A Fotografia Contemporânea e o Jovens Fotógrafos Cearenses
Local: CCBNB-Fortaleza

20/08
10-12h30 – Workshop Fotografia e Mercado de arte com a galerista Isabel Amado (SP)
Local: auditório do Dragão do Mar

16h30 - Debate com Curador Eder Chiodetto (SP) e prof. Silas de Paula (CE): Fotografia Contemporânea.
Local: CCBNB-Fortaleza

terça-feira, 26 de julho de 2011

Novo Número da RBSE - Revista Brasileira de Sociologia da Emoção, v. 10, n. 29, de Agosto de 2011

CONVITE!
       
Convidamos aos amigos visitarem o último número da RBSE – Revista Brasileira de Sociologiada Emoção, v. 10, n. 29, de agosto de 2011 - ISSN 1676-8965. A RBSE é uma revista eletrônica de acesso gratuito do GREM – Grupo de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções. A RBSE pode ser encontrada no seguinte endereço eletrônico: http://www.cchla.ufpb.br/rbse/.

Este número conta com a colaboração de Mauro Guilherme Pinheiro Koury; Daniele Ellery Mourão; Marcela Zamboni Maria Carolina de Araujo Antonio; Thaïs Machado Borges; Alexandre Paz Almeida; Emile Durkheim; Gabriel Tarde; Sandra Siqueira da Silva.


Cordialmente,
       
Prof. Dr. Mauro Koury
Editor
       

INVITATION!
       
We invite the friends to visit the last number of the RBSE - Brazilian Journal of Sociology of Emotion, v. 10, n. 29, August of 2011 - ISSN 1676-8965. The RBSE is an electronic journal of free access of the GREM - Group of Research in Anthropology and Sociology of Emotions. The RBSE can be found in the following electronic address: http://www.cchla.ufpb.br/rbse/ .

This issues has contributions of Mauro Guilherme Pinheiro Koury; Daniele Ellery Mourão; Marcela Zamboni Maria Carolina de Araujo Antonio; Thaïs Machado Borges; Alexandre Paz Almeida; Emile Durkheim; Gabriel Tarde; Sandra Siqueira da Silva.

       
Cordially,
      
Prof. Dr. Mauro Koury
The Editor

Novo Número RBSE

Novo artigo do Prof. Mauro Koury:


KOURY, Mauro Guilherme Pinheiro. “Pertencimento, Fronteiras e Estranhamento: sobre a noção de sujeira”. RBSE 10 (29): 218 a 254, ISSN 1676-8965, Agosto de 2011. 
Ver também a apresentação e tradução do debate entre Émile Durkheim e Gabriel Tarde sobre as ciências sociais [sociologia]:


DURKHEIM, Émile et TARDE, Gabriel. A sociologia e as ciências sociais. [Apresentação e Tradução de Mauro Guilherme Pinheiro Koury]. RBSE 10 (29): 363-369, ISSN 1676-8965, Agosto de 2011.

domingo, 24 de julho de 2011

Entrevista de Adrián Scribano no jornal argentino Clarin

Entrevista de Adrián Scribano a Claudio Martyniuk, publicado no jornal argentino clarin.com, suplemento: Zona de Domingo 24.07.2011

 “Las emociones están colonizadas por el mercado, pero hay salidas posibles”



¿Cómo vivir hoy el amor y la fraternidad en sociedades tan entrenadas en controlar cuerpos y sentimientos? Hay que saber buscar los intersticios por donde se cuelan la libertad y la plenitud.
El cuerpo -geografía exuberante, casa y campanario- se halla sobre poblado de imposiciones sociales que lo colonizan, a veces para exhibirlo, otras para ocultarlo. Pero aún así, son posibles la intensidad y la aventura, la pasión amorosa y la poesía de la emoción. Así lo explica el sociólogo Adrián Scribano, director de la “Revista Latinoamericana de Estudios sobre Cuerpos, Emociones y Sociedad”, que también advierte sobre los dispositivos de “secuestro” de los cuerpos, es decir, sobre todos los mecanismos sociales que lo condicionan, a la vez que controlan o censuran sus emociones.
¿Por qué un sociólogo pone el foco de atención en el cuerpo y las emociones? Porque la sociedad, la economía, la política y la ciencia trabajan sobre los cuerpos y las emociones. El humor social, las sensaciones políticas, las felicidades compradas en cuotas y la capacidad humana de hacer y rehacer la trama biológica de los seres humanos son un ejemplo de ello. Pero además, porque los cuerpos son el lugar de la conflictividad por donde pasa buena parte de los antagonismos contemporáneos. Si uno mira desde aquí, es posible observar la constitución de una moral, de unos modos de sensibilidades, prácticas y representaciones que ponen en palabras la dominación social. El olvido simulado de los cuerpos y las emociones como objeto de estudio es solidario con su centralidad en las formas sociales de decir qué está “bien” y “mal”, justo antes de que comiencen los discursos. En el siglo XXI, por los cuerpos y las emociones pasa una decisión básica: autonomía o dependencia.
Las sensaciones son personales. ¿Cómo se vinculan con la sociedad? Las emociones son individuales, pero están construidas socialmente. El cuerpo y las sensaciones constituyen nuestra primera conexión con el mundo. Lo que sabemos del mundo lo sabemos por y a través de nuestros cuerpos y sensaciones. También dan una pista para comprender de qué estamos hechos socialmente hablando, ya que se elaboran mecanismos de soportabilidad social y dispositivos de regulación de las sensaciones que naturalizan las condiciones de existencia de las personas.
¿Por qué suele decir que estamos expuestos a secuestros corporales? La idea de secuestro corporal y emocional es sencilla, pues opera con lo elemental de todo secuestro: yo no le devuelvo su capacidad de gestionar su cuerpo autónomamente hasta que usted no pague el rescate. Los psiquiátricos y las cárceles, en algún momento del desarrollo del capitalismo, cumplieron con ese rol. A los desviados se los encerraba y si no podían comprobar que ya no eran desviados se los mantenía encerrados. En estos años del siglo XXI, las personas somos objetos de secuestros corporales y experienciales permanentemente. Somos rehenes de lo que compramos y de la satisfacción que ello nos da. Somos rehenes de los objetos y de los procesos sociales que usan de escudo a los seres humanos. Los que menos tienen, para recibir deben pagar la condición de desahuciados y ser meritocráticamente el buen pobre que sabe agradecer, es decir, ser objetos del solidarismo.
¿Por qué habría que cuestionar el solidarismo? En realidad, habría que pensar qué pasa cuando la reciprocidad, la justicia y la equidad se suplantan por mecanismos de compensación individual. El solidarismo es un mecanismo por el cual el principal beneficiado es el donante. Su conmiseración, su don de gente lo hacen mejor al dar. Pero el acto queda absorbido por un proceso de ocultamiento del por qué y cómo es que el que recibe está en esa situación. El solidarismo profundiza en el que recibe su estado permanente de falta: algo no lo hace un humano completo y por eso es un objeto para la acción de un otro casi mágico. El solidarismo borra los rastros de que frente a un problema colectivo es el Estado el que debe actuar; naturaliza el “que sufran menos”.
¿Cómo se puede ser uno mismo entre tanta imposición estructural, mediática, institucional? La respuesta es a primera vista algo contradictoria con lo que venimos hablando: ser uno mismo emerge siempre, porque de eso están hechas la vida y las batallas contra una dominación que nunca es absoluta. Cada ser humano en su vida expresa esa pieza del rompecabezas que falta para que la totalidad social no cierre. Es el motivo por el cual desde la sociología estudiamos la creatividad, la expresividad y el modo en el cual los sujetos retoman sus sensaciones autónomamente, más allá de la resignación y los secuestros corporales.
¿Cómo intensificar entonces lo propio? Hay prácticas intersticiales que se despliegan de forma cotidiana más allá de la moral vigente. Se ubican en los quiebres de esa estructura social no cerrada totalmente. Tal vez estas sean el conjunto de prácticas más olvidadas por la sociología: la reciprocidad, el gasto festivo, el amor, el disfrute, la esperanza. Esos millones de cuerpos que están inscriptos en las tramas reproductoras de lo social que marcan la resignación, el solidarismo, el consumo imitativo, también desmienten todos los días el orden impuesto. Sin caer en el voluntarismo, los sujetos hacen y rehacen el mundo. Estas prácticas intersticiales no son acciones rebeldes necesariamente, pero destituyen el carácter cuasi sagrado del orden establecido.
¿Cómo pensar sociológicamente al amor? Considerando las múltiples maneras de expresar este estado afectivo entre diversos géneros y condiciones de sexualidad. Comprendemos al amor como un estado afectivo que conecta la relación yo, tú, otro, transformándola en una preferencia primera, en objeto de deseo y en meta principal. Es decir, analizamos lo que denominamos amor conyugal, filial y cívico cuando las relaciones con un otro se ponen delante, cuando se privilegia el lazo afectivo y este es motor para las prácticas sociales. En América latina existen ejemplos de amor filial como motor de acciones colectivas: los familiares de desaparecidos, las madres del dolor, las madres del Paco, los familiares de Cromañón (y sus homólogos en Paraguay, Perú, etc.), los familiares de las víctimas de los accidentes de tránsito o de la violencia policial... Con diversos grados de intensidad y volumen, estas prácticas intersticiales desmienten que los lazos filiales estén disueltos y degradados.
¿Y se puede pensar en esos términos las fiestas? Las fiestas y el gasto festivo son prácticas intersticiales asociadas a la felicidad, entendiendo por ello los estados afectivos-cognitivos complejos donde se concretan la libertad para el desarrollo individual y la capacidad para experimentar gratificaciones sensoriales. El gasto festivo es una desregulación de códigos impuestos e implica actos de expresividad que, como involucran exceso y desmercantilización, disparan la felicidad.
¿Pero realmente las fiestas escapan a la mercantilización? Es cierto que son un arco variado: desde las fiestas familiares (casamientos, cumpleaños, etc.) hasta la espectacularización de las fiestas populares como el carnaval. Es cierto que ahí hay gradaciones que impone el mercado. Pero no olvide: siempre hay intersticios, fisuras. Fíjese: pídale a alguien una foto de la fiesta que él considere más relevante. Y seguro elige una en la que lo que se nota es la capacidad de esos eventos afectivos de desmentir un mero disfrute auto centrado, una vida cotidiana narcisista y consumista. Hacer y pensar las fiestas es peligroso para las sensibilidades sociales dominantes, para las prácticas del sentir socializadas en torno al individualismo como imagen naturalizada de lo que se espera de las personas.
La fraternidad parece uno de los sentimientos más potentes. ¿Puede ser también colonizado? Sin duda. Imagine la disputa por el control de la distribución desigual de nutrientes (en especial entre las madres embarazadas) que deja en condiciones de secuestro a millones de niños que podrán o no tener capacidades para la acción. O la situación de millones de mujeres y niños en condiciones de esclavitud, trata, violencia. La reproducción de los mecanismos de expulsión de las pulcras ciudades de millones de personas son ejemplos de las rupturas de las fraternidades posibles. Hoy, los cuerpos y las emociones están colonizados por el mercado, pero recuerde que hay salidas posibles. Cuando digo colonizados pienso que las historias naturalizadas de la violencia de género, la discriminación de los portadores de rostros de clases segregadas horadan todos los días las posibilidades de estar en fraternidad.
¿Cómo se manifiestan los cuerpos y las emociones en las acciones colectivas? No hay acciones colectivas sin ese característico poner el cuerpo que implica el salir del círculo mágico de la seducción del poder dominante y desafiarlo. No hay acciones colectivas sin los densos compromisos emocionales que significan el mapeo cognitivo-afectivo necesario para salir del encierro de la resignación. En todo el mundo se estudia la conexión entre demandas colectivas y sensibilidades colectivas. Nosotros analizamos las acciones colectivas y el conflicto social incorporando el peso de los vectores identitários y emocionales (un ejemplo es el fuerte peso de las “formas de aguante” en el inicio de los cortes de ruta en las luchas contra el neoliberalismo). Estas prácticas tienen modificaciones históricas que muestran que el contenido cognitivo-afectivo de las acciones colectivas muestra el lugar que tienen los cuerpos y las emociones en las múltiples formas de resistencia y rebelión.
Copyright Clarín, 2011.
Señas particulares
NACIONALIDAD: ARGENTINO
ACTIVIDAD: investigador del CONICET (CEA, UNIV. NAC. DE CORDOBA). DIRECTOR DEL CIES.
Dirige el “Grupo de Estudios sobre Sociología de las Emociones y los Cuerpos”, del Inst. Germani, Fac. de Ciencias Sociales, UBA.